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O Estúdio Fotográfico, de Chico Albuquerque

A obra do fotógrafo cearense no IMS

Letreiro/1955/São Paulo. Chico Albuquerque/Convênio Museu da Imagem e do Som - SP/Instituto Moreira Salles

Letreiro/1955/São Paulo. Chico Albuquerque/Convênio Museu da Imagem e do Som – SP/Instituto Moreira Salles

 

O Estúdio Fotográfico Chico Albuquerque é o nome da mostra que acontece no centro cultural do Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro a partir do dia 26 de fevereiro. São 130 imagens do fotógrafo cearense durante seu período de produção na cidade de São Paulo.

Durante seu período em São Paulo, Chico desenvolveu intensa atividade fotográfica em diversas áreas de atuação: fotografia publicitária, industrial e de arquitetura, retrato de estúdio e documentação urbana. Paralelamente à atividade comercial, manteve seu interesse na fotografia experimental e entre as décadas de 1940 a 1960 participou do movimento conhecido como fotoclubismo, que acontecia principalmente em torno do Foto Cine Clube Bandeirante.

Bonde elétrico/1952/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Bonde elétrico/1952/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

Odete Lara posando na cadeira Bowl, projetada por Lina Bo Bardi, 1953  São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Odete Lara posando na cadeira Bowl, projetada por Lina Bo Bardi, 1953
São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

Um dos fotógrafos pioneiros da publicidade brasileira, Chico Albuquerque profissionalizou-se no ano de 1934, fazendo retratos no estúdio da família, em Fortaleza. Já em 1942, participou como fotógrafo de cena das históricas filmagens de It’s all true, de Orson Welles, experiência que marcou sua trajetória profissional. Cinco anos depois, mudou-se para São Paulo e montou um dos mais bem equipados estúdios da cidade que, logo, transformou-se em referência no Brasil.

Desde 2006 o Acervo Francisco Albuquerque se encontra sob a guarda do Instituto Moreira Salles fruto de um convênio entre o IMS e o MIS-SP, detentor do acervo – com a interveniência e participação do Instituto Cultural Chico Albuquerque de Fortaleza –que visa a sua preservação e difusão.

Praça Ramos de Azevedo, 1955/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Praça Ramos de Azevedo, 1955/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

Campanha para a câmera Kodak Rio-400, 1965/J. Walter Thompson Company do Brasil. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Campanha para a câmera Kodak Rio-400, 1965/J. Walter Thompson Company do Brasil. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

A exposição prossegue até o dia 25 de maio. Visitações de terça a domingo, das 11h às 20h. Entrada franca. No dia 25 de fevereiro, às 19h haverá uma mesa de abertura com participação de Armando Strozenberg, publicitário e chairman da Havas Worldwide Brasil, Ricardo Albuquerque, filho do fotógrafo e diretor do Instituto Chico Albuquerque, e mediação de Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS e curador da mostra.

 

Vista da avenida São João, década de 1950 São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Vista da avenida São João, década de 1950
São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

Detalhe do edifício CBI-Esplanada, projetado por Lucjan Korngold, 1951/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

Detalhe do edifício CBI-Esplanada, projetado por Lucjan Korngold, 1951/São Paulo. Chico Albuquerque. MIS/IMS

 

 

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Sobre o Autor
Jornalista e Diretor de Redação na Editora Photos. Apaixonado por rock'n roll e blues.

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